Luminoso

Posted in Uncategorized by r4f4 on junho 15, 2009

eai.fm!!! Rádio operante! Player na página! Chega lá!
http://eai.fm

Posted in Uncategorized by r4f4 on junho 10, 2009

I say hello! !!! fm!!!! eai.fm, pois é migrando mais!!1 agora estarei canalizando minhas infos no http://eai.fm jah criei o http://r4f4.eai.fm e o blog do eai que é o http://blog.eai.fm muita coisa surgindo, muita música, muita arte, e muita atitude, vamos chegando gente!

Show na Concha!

Posted in Uncategorized by r4f4 on maio 25, 2009

Louva Dub arrebentou!

Alguém mande fotos! 100 minutos de Making Off filmados… incluindo passagem de som com participações especiais de Vinil Moraes e Donha da Carvalho e Cenas escandalosas de camarim… CHOKORITA! FOTOS!

Tagged with: , ,

Mais da Julia

Posted in Uncategorized by r4f4 on maio 22, 2009

De volta a fase Jorge Ben, o homem de bem. No set list só da ele, “Toda Colorida”, “Ubabarauma””, “Jimbo”, “Moça Bonit a”, “Ive Brussel”, “Chove chuva” , “As rosas eram todas amarelas”, “W/Brasil”, “Alcohol”, “Roberto, corta essa”, “Que Maravilha”, “Bebete Vãobora”, tudo consumível, o cara, sem dúvidas. Jorge, me chama para ser sua backing vocal! Alucino. Recuperada do sono e do cansaço bom de dias com pôr-do-sol rosa/alaranjado, vistas incríveis, calor, ladeiras, porto e luar a beira rio. Pântano de beleza gritante. Bota mochila nas costas, óculos escuros, liga o som na sua melhor frequência, pé na estrada que no meio da BR o pantanal já começa a mostrar sua cara.Elza Soares, Melodia, Zeca Baleiro, Paralamas, Maria Rita, os hermanos vizinhos e a galera do som regional mandando bala. Tá quente? A Paceña refresca. Começou a ficar alto? Só subir a ladeira ou sentar nas muretas para descansar. Deixa a poeira subir, anda na praça, se mistura com os nativos, que em meio a tantos rostos anônimos a cidade flui. E mesmo assim , o tempo não passa.Devagar, mas numa levada acelerada. Concrete Jungle na voz de Bob Marley ensurdece os meus ouvidos enquanto as ruas, casarões, árvores, esquinas, bares se exibem diante dos olhos, e são clicadas a cada passo. Cidadizinha mais do que fotografável, é cinematográfica, nítido que a minha vontade de entrar em inúmeros prédios antigos, construções e barcos aumentava a cada rolê. Corumbá instiga ir um pouco mais, de leve, só para ver no que vai dar. Sou apaixonada pelo lugar, isso todo mundo sabe, pela vida pantaneira se encanta fácil. O relógio ainda não marca nem 6 horas e a cortina de cores no céu inicia a abertura. Pega flauta, alfaia, atabaque, caixa, gaita, sax e o que mais estiver por perto para fazer um som. É tão natural, um senta no degrau, chama o outro, chega mais dois que estão por perto e assim a balada inteira se transfere para a frente do rio Paraguai. A música, entidade presente no Bar do Porto, ecoa na água que veio para lavar todas as almas boas que tiveram a sorte de participar do que acontecia. Começando um dia da forma mais linda, o melhor chill out com amigos que se pode ter. Ninguém diz nada, como num espaço preciso de tempo, as palavras se calam e o que importa é sentir: o sol que clareia a cara de quem espreme os olhos na força da luz que invade, depois de uma noitada, e a liberdade que paira. Faça o que quiser, dance, feche os olhos, se envolva … Liga a câmera, dispara a foto, olha com atenção que já ficou tudo guardado. Escutar “Samba e Amor” do Chico, todos os dias é privilégio, como no nosso eterno espreguiçar, tenho muito sono de manhã. Arrepia. Para recarregar as energias, me deixar com um sorriso fácil e aproveitar mais um Festival América do sul. Massa, tudo na melhor maneira. Jukebox: Bam-Bam – Sista Nancy , pedrada de sonzeira seguido por James Brown a noite inteira. Júlia http://carnavaldesambarusso.blogspot.com/

NA CENA!

Posted in Uncategorized by adrianokumoto on março 30, 2009

A NOVA CENA MUSICAL DE CAMPO GRANDE

O calor é intenso na tarde de uma terça-feira, pós uma tempestade que lavou a alma e tudo mais que estava por perto. O cinza deu vez para um sol que queima a pele, e, uma brisa leve mostra não querer aparecer. A parede inteira grafittada, um colorido de mais de três metros , inundado de arte, onde se destaca a figura de um leão e de outro lado se lê “Queima Babilônia”. Por aqui rola música, semvida. Uma árvore faz sombra no grande espaço, uma espécie de pátio. Resquícios visíveis de uma festa do fim de semana que passou: tochas, um banner enorme com a foto das bandas e o lixo devidamente organizado de latas e garrafas plásticas.
Desculpe pela demora, passamos numa loja de chapéu, aí todo mundo resolveu comprar, por isso deu uma atrasada”, a voz que vem caminhando pela entrada é de Christiano Haicai, o Chris, com sua estilosa boina branca, tatuagens, óculos Ray-Ban, jeans e chinelo rasteiro. Desencanado. Abre um sorriso, a fala é mansa, entra na casa que fica nos fundos e vai logo dizendo “ Nova cena musical em Campo Grande, sei, pode sentar”.


Chris, vocalista da banda Haicais, é um dos músicos que faz parte dessa mudança sonora na Capital, que tem como principal marca a coletividade entre os artistas. Com seu cavaco em mãos, dedilhando algumas notas, pele morena, “dragão tatuado no braço” como na canção de Caetano, relembra o ínicio do grupo ainda em 1997.
Haicai vem de um provérbio japonês que significafragmentos de poesia”. No começo o som era basicamente de covers, formavam um trio, três amigos dispostos a fazer música. Um golpe fatal do destino , tira do mundo físico o baterista e o baixista desse tripé, na memória são visitantes presentes.

na estrada, mochila nas costas, lá se vão sete anos rodando o interior do Estado, Londrina e São Paulo, tendo como companheira a música. “ O som é universal”, reflete enquanto acende um cigarro. De volta a Campo Grande em 2004, não passam nem três semanas e pronto, Haicais está na ativa novamente. Agora com Edson Duenha no baixo, o irmão de Chris, Paulo Haicai no timbateria e o próprio na voz e violão. O marco zero dessa turma era o extinto bar Atalaia, onde acontecia a “Quinta Alternativa” e para tocar naquele palco tinha que fazer música autoralQuem não tinha, não entrava na roda, tirávamos grana do nosso bolso para as apresentações”.
Uma época em que o lema era não tocar para contratante, nessa fase muita banda ficou parada. Fugindo da mesmice estavam no olho do furacão em que se instalava um novo movimento criativo. Nomes comoVinil Moraes e Banda” e “West Central” passaram por aquele espaço.
       O universo Haicais é variado, sem preconceitos absorve desde música dos anos 20, sambas, Nação Zumbi, um Psycho Killer do Talking Heads, até Pearl Jam, pandeiro , cavaquinho, tudo junto e misturado, com uma brasilidade pulsante que navega em águas autorais. O vocalista junto com o amigo Rafael Coelho compôs 32 músicas em um mês, número que nem letristas veteranos conseguem com tanta rapidez. “Olha , é um processo árduo, depende muito pelo o que você tá passando, às vezes vem o ócio e a falta de inspiração”, ressalta Chirs.
Uma canção sempre pedida nos shows do Haicais, “Samba da minha mãe”, foi escrita pela mãe do músico, ela que nunca tinha percorrido o caminho das escritas musicais surge com a emoção impressa. Genética forte.
Vivendo de música, por assim dizercinco anos, Chris dá aulas de instrumentos musicais e prepara uma oficina de Samba e Maracatu com Luciana Orsi, diretora do percussivo Bojo Malê, para o qual Chris já emprestou seu ritmo.As dificuldades encontradas nesse meio começam na falta de interesse dos representantes de emissoras de rádio em tocarem um som autoral, diferente e feito no Estado, valorizando apenas o comercial. “Se você leva seu trabalho, o material fica lá esquecido; esnobam também quando queremos tocar em lugares onde nem nos preocupamos com a grana, como por exemplo em praças. Muita burocracia, a ordem não presta para nada” revela com tom indignado.
Gosta de quem está pronto para tocar apenas para portaria, caso o ambiente esteja vazio, a música deve acontecer de qualquer maneira. Cosmopolita.
Para o músico que carrega calma, boa prosa e alma de revolucionário, a Capital precisa de mais sopros culturais. Agrega ainda que quando se fala em Mato Grosso do Sul vem a sua mente Geraldo Rocca, a quem admira.
 

Chris é um dos responsáveis pelo site que estará em breve na rede o www.somms.com.br/, voltado para todos os que fazem música autoral e brasileira, um incentivo para muita moçada.

Sem pressão, sem clichê, tudo vai fluindo e a identidade vai se mostrando lapidada. “A gente toca o que a gente faz”, e ele quer ir longe. O cavaco continua com o dono, que agora dispara a tocar.
Curimba

Nesse clima mergulhamos em território pantanoso atrás de peixe fresco. “Ó os Curimba chegando”, dizia André Stábile, vocalista, quando via um grupo de japoneses.
A brincadeira deu nome a banda, Curimba, espécie de peixe de grande porte encontrada na região do Pantanal. Outro motivo pela escolha se deve ao fato de ser denominado de Curimba, na música sacra brasileira, quem toca atabaques. Eles se ligam no ritmo.
Seis integrantes, desses, quatro com ascendência japonesa e com uma sonoridade bem brasileira. Afinados no resgate da raiz com o contemporâneo, uma mistura à primeira vista curiosa e literal. Adrian Okumoto no baixo, Japão na bateria, Renan Okumoto violão, Carlixo na guitara, Chicá percussão e André, mais conhecido como Donha da Carvalho, nos vocais. Quando pisam no palco as mais diversas entidades sonoras se apresentam, num transe sinuoso que leva ao envolvimento banda e platéia, na melhor sintonia.
“Cara, vocês precisam ver o documentário do Tom Zé, é muito bom, muito louco”, solta entusiasmado Adrian Okumoto assim que chega para entrevista. Tudo vira influência para os Curimbas. O forte vem na música brasileira e em suas veias, se debruçam no samba, mas não apenas dele. Bossa Nova, funk, rap, tudo é bem-vindo, cada membro do grupo tem sua “viagem musical” e estilo, como o violão clássico. Curumin, Novos Baianos, cantoras nacionais, Jorge Ben Jor, Vinícius de Moraes, “tudo e qualquer coisa” afirmam.
Contam com o acaso como parceiro para o ínicio da trajetória. André estava na cena musical da cidade há quatro anos, tinha como escola o rock n’ roll. Em um determinado momento se viu com outros desejos, a sede por novidade, um tempo para criar e foi aí que o amadurecimento na música começou. Com o amigo Carlos começaram a tocar suas próprias composições. Em 2008, no Festival América do Sul em Corumbá se juntam com Japão, num clima de intercâmbio e Jam Session com outros músicos.
Está fechado o trio. Passa um mês e Adrian, músico quefazia um som na cidade, volta do Japão, chama o irmão Renan, dá um toque no primo Chicá e pronto, está formada a família. Um acaso certeiro.
Trazem na bagagem umas 20 músicas autorais. Vieram com a comida para um público que estava sedento por trabalhos diferentes com criatividade e qualidade audível. “O caminho é esse, tem que ser original, uma evolução para o novo, junta uma galera e vira um movimento” observa Adrian. As letras, maioria assinadas por André, falam do cotidiano urbano, amor, vivências e tudo mais que atinja de alguma maneira a sensibilidade do poeta. Com um olhar enigmático, que não dá para saber qual será a próxima frase exclamada, ele se entrega, deixa a inspiração transbordar e mergulha na atmosfera que canta. “ Eu sou moleque da quebra / Nasci pronto pra guerra … / Quando cheguei nesse mundo / Tinha um tamanho absurdo / Mal cabia na palma da mão do subúrbio” narra a letra de Moleque da Quebra. “Esse cara vibra”, comentou Thierre Mônaco, estudante de jornalismo, durante uma apresentação da banda.
“Avisou”, “Serve um Tera”, “Buraco Negro”, “Prafrica”, “Só Saudade” entre outras, estão na página do grupo no site do Myspace. No repertório entram releituras de Martinho da Vila e Chico Buarque, na linda “Samba e Amor”. Funciona assim: eles escolhem uma música que gostam, dão uma nova versão e jogam nos shows; querem que os presentes conheçam o que eles gostam de ouvir, uma comunicação direta com quem os assistem.
Usam todos meios para divulgação, shows, bares, Myspace, o site de relacionamento Orkut, no qual possuem comunidade da banda, amigos, no boca a boca, e vídeos no Youtube.
Como dificuldades apontam o “coronelismoainda existente na Capital. Muita burocracia e foco para a música comercial estão na lista de empecilhos, nas correntezas onde nadam esses Curimbas. “ Você faz uma festa, numa casa num bairro distante, com uma galera que faz um som diferente e lota de gente. Isso é muito bom, mostra que alguma coisa está acontecendo”. Aponta André.
No playlist da banda anda tocando Markus Ribas, Bambas e Biritas, Berimbrown, Flora Matos e o que você quiser apresentá-los.
Acaso, naturalidade e com o tempo jogando a favor. Positividade em tudo.
Pretendem um dia se tornarem referência para o Estado? Sim, por que não?, é a resposta. Com pé no chão, deixando que tudo aconteça na hora certa, mas sempre espertos com que está em volta.
Sob proteção de Jorge, vestem as roupas e as armas do santo guerreiro, que serviram corretamente para os meninos que miram sempre novas águas para espalhar sua arte.
Tiului
O ponto de encontro e local onde acontecem alguns ensaios, bate-papo, rodas de tereré e muitas das festas “alternativas”, é na casa do Luis Angello Tebaldi, o TiuLui para os chegados, no bairro Piratininga.
Abriu a porta para os amigos primeiro pelo sentimento de amizade forte que tem com muitos, desde a infância, além de gostar e participar do som que é escutado nos quatro cantos de sua residência. “Estávamos carentes, não tinha balada no formato que gostávamos de ir” explica TiuLui. Inicialmente uma reunião de amigos, de repente começaram a vir os amigos dos amigos e a casa virou marca registrada para festas que são cada vez mais frequentes, e onde já se apresentaram artistas de outros Estados. Hoje as festas são abertas para todos, e visto que o público do ambiente vai aumentando, as condições e estruturas também.
Com a parede da entrada toda grafittada, uma sala espaçosa, ampla janela, sofá azul, instrumentos musicais espalhados e um clima de “fique a vontade”. A casa é de amigos e o entra e sai de gente é constante. “Essa casa tá com cara de músico, gostei”, diverte-se Gleyton Barbet, músico e frequentador do local.
Verônica Lindquist, estudante de artes visuais costuma sempre prestigiar festas em casas e bares onde rola o “diferente”. Para Verônica, a música é a busca primitiva pelo ser humano “ A letra te envolve, faz dançar, causa transformação, tudo acontece”.
Louva Dub
Nessa miscelânea de cores, timbres e estilos nos deparamos com o Dub. O “reggae remixado” segundo a enciclopédia livre da Web, que apareceu na Jamaica nos anos 60. Enfatizando as batidas de baixo e bateria, juntamente com variações eletrônicas que aplicados às letras inclui efeitos sonoros como trovões, relâmpagos, sirenes entre outros ruídos. Atualmente é considerado um estilo musical e tem saído a forra cada vez mais ganhando espaço. Um pouco complicado de entender? Sem problemas, é um som para ser sentido.Feche os olhos e deixe que o corpo sinta toda a energia.
Louva Dub, a turma encarregada por traduzir essa vertente em Campo Grande. Pesquisando sons, compondo e criando surgiram no ano de 2007 com uma proposta instrumental. Com a liberdade de mesclar vários ritmos, uma brincadeira que aos poucos ai assumindo aspecto real, e pelas ondas sonoras foi ao encontro de sua voz.
Lauren Cury dá alma e sensualidade para a fêmea sonhadora que leva as mensagens num canto doce e potente. “Ela sempre estava nos ensaios, acompanhando o namorado que toca com a gente, numa dessas visitas rolou dela fazer um vocal de uma música do Johnny Clark, daí acabou entrando para a banda”, descreve Daniel Costa, baixista do Louva. Com cara de garota, pele morena clara, olhos e cabelos castanhos, tatuagem nas costas, enormes óculos escuros, formada em moda e cursando artes visuais, disse que destilava seu canto aos poucos em versos da MPB e que “Simplesmente rolou o som com os meninos” justifica.

Letras autorais que falam sobre Deus, amor, vida e natureza, tudo muito original e sem deslizar em clichês. O quinteto tem na formação Daniel Costa, Jorge David, Gleyton Barbet, Gabriel Escalante e Lauren. Cada integrante traz sua referência, seus garimpos, “tudo se atualiza na hora” salienta Daniel. As versões de músicas de cantoras como Céu e Marisa Monte são escolhidas entre eles e ensaiadas, se aprovarem vai para o set list. Todos no palco dialogam entre si, poesias declamadas, sons de saxofone , instrumentos, vocais e performances. Tudo merece destaque nas apresentações ao vivo.

“Tem gente que olha e diz “que que é isso?”, e acaba se interessando. Temos tido um bom retorno do público” diz Daniel. Na opinião de Gabriel Escalante com seus enormes dreads looks, todo mundo consegue fazer música, o som está presente inconscientemente: “Música chama”,diz. O fato de todos os integrantes serem amigos nem sempre ajuda, Gleyton entrega que por terem uma maior liberdade um com o outro alguns assuntos são falados na cara com sinceridade, às vezes tem gente que não gosta do que ouve.

 

Procuram agora um resgate com a raiz brasileira, com mais apego do que a jamaicana. Se música tivesse uma forma, Lauren desvia o olhar, para pensar e manda “Espiral, não tem fim, sempre cresce e é infinito”.

 

 
 
 

 

Rockers

Outro projeto na capital morena leva o nome de Rockers, único Sound System de Mato Grosso do Sul. Quatro integrantes (Daniel Costa, Diego Manciba, Luis Angello e Thiago Silva) que formam equipes de som munidas de aparelhagem e Dj’s. Uma festa com muito dub, regaee, mensagem rasta e dancehall, um estilo dançante onde os dj’s cantam e produzem as próprias batidas com colagens de reggae ou recursos musicais originais. Sem preconceitos, proclamando o amor e boa música. Grandes nomes da cena viram mestres como Mad Professor, Fela Kuti, King Tubby, U-Roy, Gregory Isaacs, Scientist, Sly & Robbie entre outros.

Nem só de violada vivem os ouvidos dos Campo Grandenses. Uma nova cena musical começa a mostrar sua cara, os jovens se voltam cada vez mais para a música brasileira, antiga e moderna com um toque individual de cada trabalho.Os frutos desse movimento estão começando a ficar maduros. Aliados ao coletivo, todos são amigos, onde tem um Curimba pode olhar novamente que vai ver junto um Haicai e um Louvador deve estar a caminho. Composições, viagens e até campeonatos de futebol acontecem nessa roda.
Adrian Okumoto assume o posto de fotógrafo oficial, outros ajudam a criar os flyers e se encarregam de toda a divulgação entre os amigos e os meios eletrônicos.
Para o mês de dezembro está previsto o lançamento em separado dos CDs das três bandas. “A união faz a força” grita alguém da sala.
Júlia M.
Para se ligar:

 Texto retirado do blog da jornalista Julia Miranda: http://carnavaldesambarusso.blogspot.com/

 

Posted in Uncategorized by r4f4 on março 24, 2009

Posts pelo Ping.fm Acho que isso vai ser uma boa… deem uma olhada;;;

ROCKERS GOOOOOOOOOOOOOL!!!!

Posted in Uncategorized by adrianokumoto on março 23, 2009
Todo domingo, futebol sem sair do compasso!

Todo domingo, futebol sem sair do compasso!

Frustrada mas divertida!

Posted in Uncategorized by r4f4 on março 19, 2009

óntem conseguimos finalmente estabelecer uma conexão via skype em gente! Né seu cristiano, tentamos realizar o acabamento de uma música que não funcionou. daí começamos outra que não terminou! Mas até que deu pra se divertir! Vamos gente vamos fazer músicas!!!!!!!!

Tagged with: ,

A “CRIANÇADA” DA MUSICA DE CAMPÃO!!!

Posted in Uncategorized by adrianokumoto on março 5, 2009
Curimba, Haicais e Louva Dub! É pra ficar a vontade!!

Curimba, Haicais e Louva Dub! É pra ficar a vontade!!

Uma festa q vai reunir 3 bandas da nova safra de músicas do Estado!
Louva Dub, pioneiro no movimento da musica Dub do estado, apresenta musicas autorais e entorpecentes!
www.myspace.com/louvadub

Curimba, com sua brasilidade hibrida, faz a galera dançar e cantar ao ritmo do samba, rap, funk, reggae.
www.myspace.com/curimba

Haicais, o trio mais completo de campão, com seu violão de nylon, contra baixo e percussão, levantam a festa até o limite das emoções em forma de música!

ahhhhhhhhhh o Carnaval!de todas os f …

Posted in Uncategorized by adrianokumoto on fevereiro 25, 2009
Luminossidade en la casa rôssa!

Luminossidade en la casa rôssa!

ahhhhhhhhhh o Carnaval!

de todas os fatos vividos q se procederam pela terra das piraputangas, tenho um q vale a pena dizer por aqui:

la palabra “rabito”, no existe en diccionario algum, e la correcta traducione es “culo”!

A HA U HU!!! O RABITO É NOSSO!!!!